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Caminhava sobre ela própria, transportando no seu sorriso a sua essência absoluta. Era mais um ser humano que caminhava, constantemente, sobre a cruel benevolência daqueles que, em pequenos passos, delineavam toda a sua curta existência.
Tentava encontrar-se no seu mundo de palavras, mas transportava consigo uma incerteza absurda que fazia dela uma miragem num mundo de sonhos por viver, onde todas as suas vivências perdidas se retraíam quando tentava tocar o infinito.
Quem é ela? Ninguém sabe. Apenas vivia!
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