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Antes do Destino


Autor: Márcio Alves Candoso
ISBN:
978-989-8325-51-8
Edição: Maio/2015
Colecção: MAIS POESIA
Editora: RCP Edições

Stock: Disponível
 
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° Introdução
° Índice
° Sobre o autor

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 Formato: Livro em papel
 Páginas: 140
 Encadernação: Brochado
 Dimensões: 15 x 23 cm
 Preço: €15.90

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"Antes do Destino" é um excelente livro com poemas desiguais. Algumas das composições são da juventude, outras da maturi­dade. Num livro assim, forçoso seria que houvesse poemas de procura e de demanda — e de certo desencontro, até — que mostram o autor em crise de identidade e a confrontarse com uma encruzilhada de tensões, tentações e solicitações estéticas por demais desemparelhadas entre si, a par de poemas de acha­mento e de reencontro pleno do poeta com o seu próprio e mais autêntico registo de voz. Um registo que sofre influências várias e felizmente contraditórias, que vão de Allen Ginsberg e da Beat Generation a Camões e Jorge de Sena.

Tal sobreposição de estilos tornao versátil. Espantanos em Márcio Alves Candoso a variedade e a frescura dos temas. Há nele uns relentos simbolistas, expressionismos finos pedi­dos ao metro curto, pinceladas surrealistas, um sedoso harpe­jar com apurado sentido rítmico — eis as características de um poeta verdadeiramente original, sem jamais armar ao pingarelho de experimentalismos serôdios. Topase à légua que a sua obra beneficiou da leitura de Almada Negreiros, Natália Correia, Al­exandre O’Neill e António Ramos Rosa — e também da filosofia de Nietzsche, do hermetismo heróico de Ungaretti e da prosa coloquial de Françoise Sagan.

 

 

Excerto do Prefácio

 de Bruno Oliveira Santos

 
 

Do mesmo autor:
- Antes do Destino 2 ed
- ver todos

Da mesma colecção:
- Antes do Destino 2 ed
- ver todos

 
 

Um dia ése jovem e atravessase o limiar da poesia. É inde­fectível: muda‑se o modo e o método do hábito de sonhar.

Alguns, porém, não se bastam com a espontaneidade desse novo pulsar. E, eles que gastavam poesia, começam a fabricá‑la; e ao ofício de a organizar, escrevendo‑a, consagram o melhor do seu tempo. Por exemplo, eu.

Acho que ninguém nasce poeta, tornamonos poetas. Sou de opinião de que é das fendas do vivido que cada um vê crescer em si a necessidade de alguma prática distanciada/secundária de comunicação. Porque a teimosia em estar vivo é ainda a suprema forma de contacto; a escrita literária será reflexo ou transcendên­cia, será até afirmação de conflito, mas não é, ainda, Vida.

À poesia, nas suas construções próprias perfeitamente il­ógicas em qualquer outra forma de linguagem escrita, se acol­herão aqueles que de tudo falam com rigor e radicalidade. Que de entre esses, alguns, na sua ânsia de ‘tudo poetizar’, não se tenham esquecido de viver, eis um dos meus desejos mais fortes.

É, pois, em sede de um realidade lacunosa, sonho comple­mento de vida, que a poesia nasce. Saiba ocupar nas vidas o es­paço que a Vida não soube preencher por si. E só!

Mas porquê fundamentalmente a poesia?

 

(...)


 

 

Prefácio 11

Introdução15

 

MY TIME 21

SÉCULO 23

HIBERNAÇÃO 25

ECO 27

ANTES DO DESTINO 31

VOZ DE VIVO 35

ORAÇÃO 37

POR DETRÁS DAS PORTAS E DAS RUAS 41

AO CABO DAS TORMENTAS 43

CANTO‑ME DESTE LUGAR EM TI 47

COMUNICAÇÃO AO CONGRESSO DOS POETAS 51

FELICIDADE 57

SONHO SEM MAQUILHAGEM 59

ODE DEFINIDA 61

DECLARAÇÃO 63

CAMINHANTE 67

AMAR FINAL 69

DE AMOR 71

FALA DA PAIXÃO 73

DEFESA DO CORO DOS VIVOS

NA MANSÃO DOS MORTOS 75

MANIFESTO O AMOR DE NÓS A VÓS 79

DO PROJECTO RETURCO 81

REFLEXOS NA AMURADA 83

EUROPA 87

10 TESES POR PORTUGAL 89

CÂNTICO 1º 97

CÂNTICO DE GERAÇÃO 99

ANTES DO DIA 101

FALAR DE NÓS 103

QUESTÃO 105

ÀS VEZES A DÚVIDA 107

PAZ 109

JUÍZO FINAL 111

GRANDES FEITOS COMO METROPOLITANOS 113

CANTO PORTUGUÊS 115

HÁS‑DE DURAR MIL ANOS 117

OS QUE NÃO GOSTAM DESTE TEMPO 119

E, DEPOIS DE IF E DE WHAT 123

MEMÓRIA VAGA 127

MOVIMENTO SELECTIVO 129

TEMPOS DO VERBO EU 131

PARÂMETROS 133

NO MEIO DE UM EPÍLOGO 135

 

 

Lembranças e agradecimentos 136


 

 

Márcio Alves Candoso

 

Gostava da caneta que o Pai lhe deu quando chegou à 4ª classe – uma “Pelikan”. No liceu pediam-lhe redacções e ele não pedia nada. Frequentou Direito porque tinha jeito para escrever e argumentar. O seu primeiro poiso foi a “Praça Vermelha” de Coimbra, facção cerveja do “Moçambique” e Académica sem guitarras ou canções da estudantina. De caminho até Lisboa prosseguiu nas tertúlias e adicto à cultura, mas deu um novo impulso aos namoros. Os poemas eram mais e menos do que são hoje – revoluções e amores -, quando é tudo a mesma coisa. Esteve para ser inspector de jogos, agente segurador e “Homem Sonae”. Mas foi jornalista profissional, durante 27 anos. Sempre escreveu fora dos clichés dos estereótipos de chumbo da Imprensa. Mas só agora vai editar o primeiro livro. Teve tempo para pensar a noite, acordar estremunhado e assistir a uma nova aurora.


 
 
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