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Quem escreve um poema tão belo como Felicidade (“Andei em mais que um barco rumo ao Cais / que não havia…”), brilhante em ritmo, em imagens, em desenho elocutório, em sensações, merece por força o exame do leitor atento, preclara espécie quase em vias de extinção.
Excerto do Prefácio
de Bruno Oliveira Santos |